Catanduva, Cidade Feitiço!
 
FUNDAÇÃO E PRIMEIROS TEMPOS
 
Por muita gente referida, Brasil afora, como a "Cidade Feitiço", Catanduva tem sua bonita História registrada desde os anos finais do século XIX. Inicialmente, o arraial levou o nome de Cerradinho, ligado ao mato rasteiro (cerrado) da região. Cerradinho foi elevado à categoria de Distrito de Paz pela Lei nº 1.188, de 16 de fevereiro de 1909, modificando seu nome para Vila Adolfo, em homenagem ao "Coronel" Adolfo, influente político de São José do Rio Preto, então sede do município.
 
Sobre seus fundadores, não se sabe com exatidão quem realmente deu início ao povoado. Entre estudiosos, duas são as versões aceitas. A primeira afirma que teve início com a chegada da família mineira de Joaqum Alves Figueiredo em 1.890. A segunda versão diz que a cidade teria sido fundada por Antônio Maximiano Rodrigues, também mineiro, que adquiriu terras na região por volta de 1.890, fazendo doação de alguns de seus alqueires para a paróquia de São Domingos. Há ainda uma terceira versão -- não aceita pelos historiadores -- de que Catanduva teria sido fundada por Domingos Borges da Costa, o "Minguta". Pela falta de documentação, fica sempre a dúvida sobre o verdadeiro fundador, principalmente no tocante à família Figueiredo. No caso de Maximiano, porém, há um documento, datado de 18/09/1890, no Cartório de Registro de Imóveis e Anexos da Comarca de Jaboticabal, confirmando a aquisição de terras por parte dele, desmembradas da antiga Fazenda Barra Grande, no espaço em que hoje se encontra a cidade de Catanduva. Nos primórdios de Vila Adolfo, um marco importante foi a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Araraquara - EFA, em 1910, símbolo da modernidade e progresso. O pacato lugarejo, a partir daí, ganhou notoriedade e espaço dentro da região, tornando-se municípío pela Lei nº 1564, de 14/11/1917, e a instalação aconteceu no dia 14 de abril de 1918. Naquela ocasião especial, Vila Adolfo passava a se chamar Catanduva, ou seja, recuperava, no idioma tupi-guarani, seu nome inicial de Cerradinho. Tal fato assim se explica: Catanduva é palavra de origem tupi que significa "ajuntamento de mata dura", ou seja "cerrado"; área marcada por vegetação rasteira, com árvores de troncos e galhos retorcidos, recobertos por casca grossa e resistente ao fogo. "Catanduva", então, vem de: ka'a (mata), atã (duro) e tyba (ajuntamento).
 
CATANDUVA DE HOJE
 
Vista Norturna da Praça Monsenhor Albino (Praça da Matriz)
 
Geografia
Localizada na região Noroeste do Estado de São Paulo -- não longe da divisa com Minas Gerais e a caminho de Mato Grosso do Sul --, Catanduva fica a 396 km da capital do Estado e a 850 km de Brasília. Contava, em 2010, com uma população de 112.843 habitantes, sendo 54.777 os homens, e 58.066 as mulheres.
 
As duas principais rodovias de acesso à cidade são estaduais e sob concessão à iniciativa privada. São elas: Rodovia Comendador Pedro Monteleone (SP-351) e Rodovia Washington Luís (SP-310). A cidade conta com um aeroporto de capacidade limitada à utilização de aviões de pequeno porte e ali mantém um aeroclube, fundado em 1940, que possui grande tradição na formação de pilotos (o Comandante Rolim Adolfo Amaro, que se notabilzou na "TAM - Transportes Aéreos Marília", aqui concluiu seu curso em 1958).
 
Agricultura
Desde sua fundação, o município deu mostras de sua vocação agrícola. Arroz, feijão, milho e café foram culturas que deram força econômica à cidade. Vale dizer que o café, maior responsável pelo acúmulo de muita riqueza em anos anteriores,  foi a cultura dominante até praticamente o fim dos anos 1950 e início da outra década, quando, aos poucos, resultou substituída pelos plantios da laranja e da cana-de-açúcar, ainda em pequena escala. Foi nessa época que a então conhecida "Cidade dos Cafés Finos" viu seus cafezais tomados por outras culturas. Nos anos 1980/1990, a laranja ganhou destacada importância no município. No final dos anos 1990, porém, as grandes vantagens oferecidas pelo promissor setor sucroalcooleiro atraíram os citricultores para o cultivo da cana-de-açúcar, que hoje domina a plantação local. Catanduva faz parte da quarta maior região sucroalcooleira do Estado, sediando a Biocana - Associação de Produtores de Açúcar, Álcool e Energia, entidade sem fins lucrativos, que abrange todo o Centro-Sul do país. Mesmo com o predomínio da cana-de-açúcar, a cidade ainda mantém considerável área tomada pelo plantio de laranja e limão. Das exportações realizadas pelas indústrias de Catanduva, 32,33% são relacionados com a cana-de-açúcar, seguidos pela comercialização do suco de laranja que corresponde a 17,12%.
 
Indústria
 
Fábrica de Ventiladores Venti-Delta
 
 
COCAM - Cia. de Café Solúvel e Derivados
 
A par de uma agricultura desenvolvida, Catanduva apresenta um polo industrial bastante variado e onde a agroindústria põe em relevo seus números. O município conta com uma indústria de grande porte atuando no segmento de suco de laranja e derivados. Cinco usinas de açúcar e álcool combustível (este, "etanol" na comercialização) aquecem sobremodo a economia local. Mesmo instaladas fora dos limites do município, todas elas se situam nas cercanias dele, com fortes reflexos na produção agrícola, na oferta de mão-de-obra e no movimento comercial e de prestação de serviços, atividades que Catanduva soube e sabe muito bem aproveitar. O município possui quatro distritos industriais em funcionamento, compostos por 105 empresas dos ramos metalúrgicos, construção civil, mecânica e peças, usinagem, alimentação, combustível renovável, comunicação, eletrificação, tipográfico, calçadista e noveleiro. Além dos distritos industriais, várias são as empresas localizadas nos mais diversos bairros, totalizando, aproximandamente, 400 indústrias. O grande destaque no campo da indústria metalúrgica é a produção de ventiladores, razão pela qual a cidade é conhecida como a "Capital dos Ventiladores". Essa atividade emprega 60% da mão-de-obra industrial do município e é responsável por 90% da produção nacional dos referidos utensílios. No ano de 2006 (último com dados divulgados), a indústria local produziu mais de 2,6 milhões de ventiladores para os mercados nacional e internacional. No quesito "Exportação", somente em 2009, o município exportou R$350.808.560,00 em mecadorias do segmento em foco, em sua maioria para o continente asiático.
 
Comércio
 
Rua Brasil, a principal do comércio
 
Catanduva apresenta um setor comercial bastante ativo, com aproximadamente 2.600 estabelecimentos a oferecer grande variedade de produtos para a população da sede do município e de toda uma vasta  região. Além das lojas da área central da cidade, outros pontos comerciais já ganham importância nos bairros (rua 15 de Novemtro, rua 7 de setembro). O Garden Shopping Catanduva atrai consumidores de toda a microrregião. Contando com significativo número de estabelecimentos, inclusive com três salas de cinema e ampla praça de alimentação, este centro de negócios passou por recente reforma/ampliação, dispondo de ambientes modernos e instalações confortáveis.
 
Educação
 
FAMECA - Faculdade de Medicina de Catanduva e Hospital-Escola Emílio Carlos
 
No ensino sob administração municipal, Catanduva conta com um total de 18 escolas destinadas à Educação Infantil, abrigando mais de 3.000 alunos. No que diz respeito ao Ensino Fundamental, 15 são os estabelecimentos que, no todo, abrigam algo em torno de 7.000 alunos. Por conta da municipalidade, ainda há o "JAC" (Educação de Jovens e Adultos), que atende por volta de 800 alunos. No sistema de ensino estadual, o município possui 10 escolas que oferecem o Ensino Fundamental e 11 estabelecimentos que cuidam do Ensino Médio. Várias são as escolas da rede particular de ensino; da Educanção Infantil à do Ensino Médio, além de escolas profissionalizantes. Catanduva dispõe de várias escolas superiores. No segmento, destacam-se a FAMECA - Faculdade de Medicina de Catanduva, a FATEC - Faculdade de Tecnologia, a FAECA - Faculdade de Direito e Administração de Empresas de Catanduva, a ESEFIC - Escola Superior de Educação Física e Desportos de Catanduva e o IMES Catanduva, Instituto Municipal de Ensino Superior.
 
Cultura
 
Estação Cultura
 
 
Teatro Municipal Aniz Pachá
 
Dentre as inúmeras opções para o desenvolvimento de atividades culturais, uma das mais importantes em Catanduva é a "Estação Cultura", prédio da antiga estação ferroviária, bem no centro da cidade, que foi transformado num espaço para a realização dos mais diversos cursos de fundo artístico, além de abrigar mostras, exposições, etc. Há alguns estabelecimentos de pesquisa, como a Biblioteca Municipal "Embaixador Macedo Soares" e o Museu "Padre Albino". O Teatro Municipal "Aniz Pachá" -- lindo, bastante ativo e concorrido --, inaugurado em 1981, disponibiliza seu palco para peças, ensaios e eventos diversos, com capacidade para 455 pessoas. O calendário cultural de Catanduva conta, ainda, com vários eventos, que se sucedem anualmente: A FEIRART - Feira Regional de Artesanato, realizada no mês de abril; Festival de Teatro, que acontece em duas etapas: no mês de agosto, a fase municipal e, em outubro, a fase que recebe artistas do Estado de São Paulo e de outras partes do país. O município conta com a OSCA - Orquestra Sinfônica de Catanduva, cujas apresentações repercutem  muito além das fronteiras regionais. Dignas de todos os aplausos têm sido as atividades do "Grupo de Poesias Guilherme de Almeida", fundado em 31/05/1985, de iniciativa de destacados cidadãos catanduvenses, que cuida da difusão e do desenvolvimento da cultura literária da Língua Portuguesa, especialmente da poesia e todas as suas manifestações. São tradicionais e sempre aguardados seus "Recitais" de Poesias", bimestralmente aprentados no "Recanto Cultural Prof. Luiz Carlos Rocha", localizado na Praça da República, a mais central da cidade. O Carnaval de Catanduva, mesmo com as transformações dos costumes e da tecnologia, mantém ainda o charme que o fez famoso e tido por muitos como o "Melhor Carnaval do Interior" num passado não tão distante.
 
Saúde
Hospital Padre Albino
 
A cidade possui quatro grandes hospitais: Hospital Padre Albino, o mais antigo, que começou a receber pacientes em 1926; Hospital São Domingos, Hospital Emílio Carlos e Hospital Psiquiátrico Mahatma Gandhi. Os últimos dados disponíveis mostram que o Hospital padre Albino possui o maior número de leitos, com 240 vagas para internação. Possui ainda 385 médicos e 396 enfermeiros, auxíliares e técnicos. O Hospítal São Domingos oferece 99 leitos, 294 médicos e 74 enfermeiros e auxiliares. O Hospital Emílio Carlos possui 151 leitos, 355 médicos e 189 enfermeiros e auxiliares. O Hospítal Psiquiátrico Mahatma Gandhi tem 138 leitos, seis médicos e 40 enfermeiros. No total, a cidade conta com 32 estabelecimentos de saúde que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 
 
Cidade de Muitas Alcunhas
Ao longo da História, Catanduva recebeu inúmeros títulos em menção aos fatos que a caracterizaram em diferentes épocas. O mais tradicional dos cognomes -- que perdura até hoje e cada vez mais presente -- é "Cidade Feitiço". Surgiu em meados dos anos 1940, quando o carnaval catanduvense movimentava toda a região. A tradição carnavalesca e, mais que isso, o caráter acolhedor dos catanduvenses atraíam visitantes e contribuíam para o desenvolvimento da economia local. Foi durante um discurso, em uma reunião cívica, que o jornalista Nair de Freitas referiu-se à sede do município pela primeira vez como "Cidade Feitiço". Pouco depois, em 1943, outro jornalista e professor, Geraldo Corrêa, foi lecionar em São Paulo (Capital) e, de lá, redigiu um artigo denominado "Gostar de Catanduva" para o jornal catanduvense "A Cidade", fixando, de vez, a expressão que Nair de Freitas lançara. A ideia do feitiço catanduvense foi absorvida pela imprensa local e reconhecida pelos habitantes da cidade. Nos dias atuais, diversas instituições adotam títulos e símbolos escorados no cognome. Mas houve outros. Na primeira metade da década de 1950, o juiz Dr. Antônio Gabriel Marão propôs, como medida patriótica, a exposição das bandeiras brasileira e paulista nos estabelecimentos comerciais e nos órgãos públicos locais. Catanduva ficou conhecida como "Cidade das Bandeiras". Em 1956, Catanduva participou da "Campanha para Produção de Cafés Finos", com o intuito de aumentar a exportação do produto brasileiro. À frente desse movimento esteve Benedicto Pio da Silva, então gerente do Banco do Brasil em Catanduva. Seu trabalho foi tão destacado que acabou requisitado pela Presidência da República para criar e ser o primeiro titular da SUNAB - Superintendência Nacional do Abastecimento. Durante a campanha, o município, que se destacara a partir daí na produção e principalmente na colheita de café de primeira qualidade, ganhou o título de "Terra dos Cafés Finos". Também na segunda metade dos anos 1950, com a crescente industrialização do Brasil, empresários catanduvenses investiram no setor de ventiladores. Catanduva tornou-se polo nacional na fabricação dos equipamentos -- atualmente, é líder no mercado --, com várias empresas de grande porte. Não demorou para ser chamada de "Capital Nacional dos Ventiladores". No início dos anos 1960, Catanduva era a maior produtora de milho do país. Em 1962, foi realizada a 1ª Exposição Agrícola, Comercial e Industrial de Catanduva. O então presidente da República, João Goulart, veio ao avento e apelidou o município de "Capital do Milho". De todos esses títulos, os relacionados com a produção de bens econômicos (café, milho) duraram enquanto tais produtos prevaleceram na economia local. A alcunha de "Cidade Feitiço", porém, perdura cada vez mais forte na identificação de Catanduva, já que a hospitalidade do catanduvense e os atrativos da cidade continuam a enfeitiçar o forasteiro, que sempre volta para matar a saudade; ou que vem, gosta e, não raro, retorna às suas origens para buscar a mudança e aqui se fixar definitivamente.
 
Símbolos do Município
 
 
O Brasão do Município de Catanduva retrata os setores econômicos que trouxeram o desenvolvimento ao longo dos anos. Nele, aparecem os ramos de café, monocultura rural responsável por grandes benefícios para a cidade em épocas passadas, acompanhados de galhos de laranja e de cana-de-açúcar, culturas que vieram depois. No centro do brasão encontramos a cor vermelha, símbolo do amor à pátria, mostrando que, se fosse preciso, daria o próprio sangue para o bem da terra. Junto com a cor vermelha, encontra-se a roda dentada simbolizando o desenvolvimento industrial que prossegue célere em nossos dias. O leão de prata simboliza a força de nosso povo e, bem abaixo, se encontra a parte ondulada, entre faixas verdes, representando o rio São Domingos, que corta o município.
 
 
 
A Bandeira do Município de Catanduva, de autoria do heraldista Arcinoé Antônio Peixoto de Faria, é apresentada em suas formas oficiais na Lei nº. 1.133, de 17/06/1970. Nela, está contido o brasão da cidade e, sob ele, um flanco-quartel triangular amarelo, que representa a cidade-sede do município. As faixas que partem desse flanco-quartel representam a irradiação do Poder Municipal a todos os quadrantes de seu território e os quartéis assim constituídos representam as propriedades rurais existentes no mesmo. A Bandeira Municipal segue as medidas oficiais adotadas pela Bandeira Nacional. Cumpre acrescentar que a cor amarela representa as riquezas do subsolo, o vermelho o amor à pátria e o azul a excelente condição climática que envolve a região.
 
 
 
O Hino Oficial de Catanduva, previsto na Lei nº 1.133, de 17 de junho de 1970, foi instituído em 2005 pela Lei 4080, de 04 de julho, e regulamentado pela Lei 4104, de 5 de setembro do mesmo ano, ambas de autoria do vereador Nelson Lopes Martins. O hino foi escolhido por concurso público realizado em 1996 pela Prefeitura. A letra e música são de autoria de José Carlos de Freitas e o arranjo foi feito por Elton Singolo, com vocal de Ulisses e Moisés Ordine. 
 
HINO DE CATANDUVA, SP
Letra e Múdica: José Carlos de Freitas
Arranjo: Elton Singolo
Vocal: Ulisses e Moisés Ordine
 
Sob o sol escaldante dos trópicos,
um pioneiro chegou a esta terra,
terra crua que não prometia
um futuro de tanto esplendor.

O viajante fincou a bandeira
com coragem, confiança e amor
e o intrépido aventureiro
consagrou-se como fundador

A semente foi plantada e mudou a paisagem,
nossa terra ficou fértil, floresceu.
E a mão firme do trabalho operou mais um milagre:
fez nascer um povo forte, um povo honesto e lutador.

Catanduva, Cidade Feitiço
Quem pisa teu chão não se esquece jamais
Teu feitiço é mais que um encanto
que inspira meu canto de amor e de paz!
Teu feitiço é mais que um encanto
que inspira meu canto de amor e de paz!
 
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Amigo,
Você ouve, de fundo, o Hino Oficial de Catanduva. Sinta que lindo poema, quanta poesia saída de um coração catanduvense! Mas, como recomenda o historiador, pesquisador e pró-homem "feiticeiro", Nelson Bassanetti, atual Presidente da APAE-Catanduva, vale uma atenção especial o trecho final da letra: "Catanduva, Cidade Feitiço, quem pisa teu chão não se esquece jamais. Teu feitiço é mais que um encanto, que inspira meu canto de amor e de paz!"
 
Precisa mais?...
 
 
(Trabalho de pesquisa e compilação de
Ógui Lourenço Mauri) 
 
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  HOMENAGEM À TERRA QUERIDA
 
Minha Catanduva Florida!
Ógui Lourenço Mauri
 
 
As flores chegam à "Cidade-Feitiço"
E finalmente termina a longa espera.
Setembro agoniza, já é Primavera,
Com seus novos ares que não desperdiço.

Que linda, minha Catanduva florida!
Fascinam-me os matizes de seus ipês,
Uma pictorial paisagem que Deus fez
Em todo o traçado da longa avenida.

Catanduva se refaz na Primavera...
Cada ângulo mostra um cartão-postal,
A cidade, uma pintura natural,
Com seu colorido, ganha a ionosfera.

A brisa que respiro na Primavera
Coloca-me na fronteira do delírio;
Nos jardins, as flores parecem colírio
Escorrendo de onde a Natureza impera.

Eis que reina de novo a "Estação das Flores!
Valeu aguardar... Quanta felicidade!
São novos fluidos a envolver a cidade;
Nos romances, beijos com outros sabores!

Ógui Lourenço Mauri
Catanduva (SP), 17.09.2006
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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