BEBO O SILÊNCIO DAS MEMÓRIAS

 

Clara da Costa
 
No poema rasgado
travado
em pranto
num canto,
bebo o silêncio das memórias
entre sombras
que arrepiam-me as entranhas.

Vestida de sol
cheirando a pecado,
exalando aquela saudade vadia
voo...voo... zombando do tempo
ao sabor do vento
sentir o beijo da lua,
fugindo do silêncio da noite,
em minha cama vazia...
 
25/02/12

 

 

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