O mundo lembra nesta terça-feira as atrocidades do nazismo no aniversário de 70 anos da libertação do complexo de campos de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau por tropas soviéticas em 1945.
O local foi construído em 1940 nos arredores da cidade de Oswiecim (Polônia) para ser uma prisão. No auge das atividades, o complexo se espalhava por uma área de 40 km² e era composto por 40 campos menores de extermínio. Na época, conta a fundação Auschwitz Museum, contava 135 mil presos.
Dias antes da chegada dos soviéticos, os oficiais alemães tentaram destruir as evidências que mostravam os horrores em Auschwitz. Foram evacuadas quase 50 mil pessoas, queimaram registos e fizeram explodir as câmaras de gás e crematórios. Ao todo, sete mil presos foram resgatados e, actualmente, 300 pessoas que viveram no complexo continuam vivas.
Auschwitz-Birkenau funcionou por apenas cinco anos, mas foi o suficiente para deixar uma assustadora marca: estima-se que 1,5 milhão de pessoas de diferentes etnias foram mortas, entre judeus, prisioneiros de guerra, presos políticos, homens, mulheres, crianças e idosos.
Para que jamais se repitam semelhantes atrocidades, o mundo deve continuar a lembrar este que foi um dos maiores campos de extermínio da 2ª Guerra Mundial.

 

 

 

 

 

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